sábado, 2 de janeiro de 2010

Sofia Mello Breyner.



Apesar das ruínas e da morte

Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.

Sophia de Mello Breyner Andresen, Poesia (1944)

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Estas palavras fazem-nos pensar e dão-nos força
    para enfrentar todas as vicissitudes, que nos
    surgem inesperadamente.

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