ESTOU NU DIANTE DA ÁGUA.
Estou nu diante da água imóvel. Deixei a minha roupa
no silêncio dos últimos ramos.
Isto era o destino:
chegar à margem e ter medo da quietude da água.
António Gamoneda
In "Livro do Frio"
Trad. de José Bento
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
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