NÃO TE CHAMO PARA TE CONHECER.
Não te chamo para te conhecer
Eu quero abrir os braços e sentir-te
Como a vela de um barco sente o vento
Não te chamo para te conhecer
Conheço tudo à força de não ser
Peço-te que venhas e me dês
Um pouco de ti mesmo onde eu habite
Sophia de Mello Breyner Andresen
(1919-2004)
quarta-feira, 26 de março de 2014
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário